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Pint of Science 2018

De 14 a 16 de maio, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal recebe o Pint of Science, um dos maiores eventos de divulgação científica do mundo, que acontece simultaneamente em 21 países. Um brinde à ciência, num agradável happy hour regado a conversa sobre temas como indústria 4.0, criptomoedas, vírus, entre outros.

O festival chega a Belo Horizonte por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes), do Governo de Minas Gerais, e será uma oportunidade para que os mineiros tenham conversas descontraídas sobre ciência e entendam melhor a dinâmica por trás das pesquisas desenvolvidas no estado. A proposta é aproximar a população dos temas, esclarecer dúvidas, apresentar pesquisas recentes nas áreas do conhecimento e divulgar a produção científica em Minas.

Confira a programação do MM Gerdau:

14 de maio, segunda-feira, às 19h30

Admirável Mundo Novo: indústria 4.0 e as máquinas no comando

A Indústria 4.0 é um conceito de indústria recente que engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle e tecnologia da informação aplicadas aos processos de manufatura. A partir de Sistemas Cyber-Físicos, Internet das Coisas e Internet dos Serviços, os processos de produção tendem a se tornar cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis. Neste painel, vamos debater como o varejo, a indústria e a Aeronáutica estão se apropriando dessas tecnologias para melhoria da performance.

O tema será apresentado por Marcio Mariano Junior e Luís Henrique Santos. Marcio Mariano Junior é fundador da startup FORSEE, é o atual diretor do comitê de startups industriais (INDtech) da Assoc. Brasileira de Startups e consultor associado da Goldratt Consulting Israel. Com experiência nos cinco continentes, é Doutorando em Engenharia pela UFMG, com especializações em Logística, Manufatura Enxuta, Mestrado em Engenharia Financeira (Espanha) e Educação Executiva no MIT, Columbia e na Harvard Business School (EUA). Luís Henrique Santos é mestre em Administração pela Universidade FUMEC. Bacharel em Engenharia Mecânica pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Engenheiro Mecânico homologado em manutenção aeronáutica pela ANAC e capacitado em conhecimentos teóricos de sistemas de aeronaves pelo Federal Aviation Administration (FAA). Possui mais de 20 anos de experiência em Engenharia de Manutenção Aeronáutica. Coordenador dos cursos de graduação e pós-graduação latu sensu em Engenharia Aeronáutica da PUC Minas.

15 de maio, terça-feira, às 19h30

“Cadê o vírus que estava aqui?”: vírus e mutação

“Puxa vida, doente de novo! Que vírus mais chato!” Essa é uma frase muito comum, principalmente quando se trata de gripe. Mas será que não deveríamos dizer “outro vírus?! Ah, não!”? Como será possível que um organismo praticamente constituído apenas de DNA possa mudar a si próprio com essa frequência? Quais são as consequências disso para remédios e vacinas? Perdem a validade? Precisam ser novamente desenvolvidos? Não perca esta discussão e participe do painel, que será apresentado por Felipe Campos de Melo Iani e Betânia Paiva Drumond.

Felipe Campos de Melo Iani possui graduação em Ciências Biológicas pela PUC MG (2006); MBA (2010) Unimontes; mestre em Biomedicina pelo IEP Santa Casa (2013) e doutorando em Bioinformática pela UFMG. Atualmente, é Referência Técnica do Laboratório de Biologia Molecular (SVR/DIOM) da Fundação Ezequiel Dias, atuando principalmente nos seguintes temas: Virologia Molecular: diagnóstico molecular de vírus (dengue, zika, chikungunya, febre amarela, influenza e outros) e vigilância genômica utilizando sequenciamento de nova geração.

Betânia Paiva Drumond é bióloga e virologista, formada em Ciências Biológicas na UFMG. Mestre e doutora em Microbiologia pela UFMG, Betânia sempre trabalhou na pesquisa em virologia. Foi pós-doc na Fiocruz em Minas Gerais, trabalhando na área de genômica. Sua pesquisa tenta entender principalmente como é a dinâmica da circulação de vírus, como os surtos de doenças virais acontecem e como os vírus mudam. Foi professora na UFJF e atualmente é professora na UFMG, onde ministra aulas para vários cursos de graduação e participa dos cursos do Programa de Pós-Graduação em Microbiologia da UFMG.

16 de maio, quarta-feira, às 19h30

O futuro da moeda: fim do dinheiro em espécie? Dispositivos eletrônicos? Dinheiro virtual? Criptomoedas?

Escambo, papel moeda, moeda escritural, cartão de crédito, cartão de débito automático, cartões “inteligentes” e moedas digitais… Hoje, grande parte das transações mundiais que são feitas com “dinheiro de plástico” também serão substituídas por tecnologias digitais. Uma das maiores tendências é operar com criptomoedas (principalmente o Bitcoin), mas o conhecimento sobre elas ainda é restrito. Para sanar as principais dúvidas quanto às moedas digitais, esperamos por você neste painel!

Pint of Science

 A ideia surgiu depois que dois pesquisadores do Imperial College London, Michael Motskin e Praveen Paul, organizaram um evento chamado Encontro com Pesquisadores, em 2012. Nesse encontro, pessoas com Alzheimer, Parkinson, doenças neuromusculares e esclerose múltipla foram convidadas para conhecer os laboratórios dos cientistas e ver de perto o tipo de pesquisa que realizavam.

A experiência foi tão inspiradora que a dupla decidiu propor um evento em que os pesquisadores pudessem sair das universidades e institutos de pesquisa para conversar diretamente com as pessoas e assim, em maio de 2013, surgiu o Pint of Science. De lá para cá, o evento cresceu – em 2018, serão 21 países – e a meta é ampliá-lo cada vez mais.

Entrada gratuita. Sujeito à lotação do espaço.

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